CLAMOR
A justiça sou eu!
Que injusta extirpa o fraco.
Nossa tolerância
Nossa tolerância eclética, complacente.
Seu tempo já passou!
Além do entendimento busco resposta
Além do bem busco a saída.
A baixa igualdade fraca clama justiça.
Massa uniforme,
Justas e sem arestas
Travestem a pura verdade
Negando-a,
Negando-a.
Alegres letárgicos instintos vis
Travestidos vis.
Nascido no tédio frio do cálculo
Venho vingar o injustiçado!
O forte incompreendido,
Do justo cego,
Do simples justo negligente.
Além do bem busco saída!