DA ATUAL SOCIOLOGIA POSITIVISTA
Pesquisas realizadas recentemente levantam importantes fatores sobre a qualidade de vida mundial. Instituições inovam a mais conhecida lista do gênero produzida pela ONU, que mede o Indice de Desenvolvimento Humano, acrescendo em seu relatório fatores sociais como a felicidade dos individuos. Os dados elaborados pela Revista The Economist mostram dicotomias em relação ao Indice de Desenvolvimento Humano da ONU. Quando na primeira, aparace no topo da tabela a Irlanda, país esse, que tem o 10º IDH somente. As diferenças residem nos dados avaliados em cada estudo e no enfoque que a pesquisa toma. Elementos como o impacto social dos entraves políticos não são contabilizados pela ONU, aspecto o qual a The Economist tende a priorizar. Pesquisas como o IDH visam dar uma mostra da saude econômica e social da população, não somente, analisar de forma receosa a qualidade de vida de tal. Nesse âmbito vemos o Brasil, na primeira lista ocupando a 39º posição, em contrapartida com o 72º IDH. Devemos lembrar ao analisar tais dados, uma das funções Estatais, amortizar o choque de classes e garantir a ordem social, seja introspectivamente e ou coercitivamente agindo. Assim percebemos que no IDH temos uma visão aproximada da realidade economica da socidade, e na outra lista, percebemos bem os resultados da ação governamental, resultados que também são sentidos no Ranking Mundial de Felicidade da Erasmus Unversity da Holanda, que coloca o Brasil já o sentidos no Ranking Mundial de Felicidade da Erasmus Unversity, Holanda, que coloca o Brasil jna vistosa 24º posição.
Outra pesquisa de extremo respaldo é o levantamento a cerca da desilgualdade economica, números esses que vem ao encontro da teoria levantada, pois colocam o Brasil na 8º colocação, mostrando que mesmo com profundas dificuldades economicas a população é a 24º mais feliz, segundo estudo da Universidade Holandesa.
Tais estudos que medem diversos aspectos sociais, economicos e culturais de todos os países do mundo e tendem a apontar os melhores lugares para vivência humana. Entretanto em tais pesquisas percebemos, por vezes, a intenção de cientistas em condecorar com o título de “país agradável” certas nacões, ignorando por vezes aspectos implicitos e relevantes na História da formação social das supracitadas nações, reduzindo assim fatores sociais, de extrema variabilidade, em números estatísticos a mercê de interpretações diversas.