A ALIENAÇÃO DO ESTRUTURAL FUNCIONALISMO
O pensamento estrutural funcionalista, em relação ao capitalismo, ou de modo geral, pode ser facilmente detectado na rede de ensino pública do Brasil. Talvez pela formação acrítica do aluno, ou pela influência de posições tanto dos professores, quanto da grade curricular proposta pelo estado, estamos tendo ultimamente um resultado insatisfatório com relação à consciência política de alunos formados no ensino básico. Essa deficiência em obter um ponto de vista, ou mesmo deste ser induzido por outrem, é um perigo à própria democracia.
O aluno vê a política distante, e não percebe as conseqüências de suas ações nesse âmbito. Muitas vezes ele não se percebe incluído no processo, não cobra seus direitos e forçadamente cumpre seus deveres para com a sociedade. Aprendeu a muito tempo, que outros modelos e métodos são falhos, que o vigente capitalismo, apesar de vil, é o único capaz de suprir todas as necessidades da sociedade mundial. Além disso, por vezes, ele tem sua opinião fechada para novos fatos ou relevâncias cotidianas, não aprende com seus erros e nem os percebe. Isso faz com que ele fique inteiramente alienado, e incapaz de conhecer alternativas para reestruturar sua realidade.
O pensamento de Durkhein, como já visto, não tem características inovadoras, e a melhor saída para que isto se perpetue, é exatamente atenuar a percepção das pessoas para com novas alternativas. Em muitos casos, percebemos esse fator positivista em salas de aulas. Essa característica tem um efeito exatamente contrário ao proposto pela educação de modo geral, que é de libertar as pessoas através do conhecimento, e fazer a partir deste, o caminho para suas escolhas diárias. Devemos conhecer para poder agir.A EFÍGIE DO DIVINO
An Die Freude - Ode To Joy
O Freunde, nicht diese Töne!
Sondern lasst uns angenehmere anstimmen
und freudenvollere!
Freude, schöner Götterfunken,
Tochter aus Elysium,
Wir betreten feuertrunken.
Himmlische, dein Heiligtum!
Deine Zauber binden wieder
Was die Mode streng geteilt;
Alle Menschen werden Brüder
Wo dein sanfter Flügel weilt.
Wem der grosse Wurf gelungen
Eines Freundes Freund zu sein,
Wer ein holdes Weib errungen,
Mische seinen Jubel ein!
Ja, wer auch nur eine Seele
Sein nennt auf dem Erdenrund!
Und wer's nie gekonnt, der stehle
Weinend sich aus diesem Bund.
Freude trinken alle Wesen
An den Brüsten der Natur;
Alle Guten, alle Bösen,
Folgen ihrer Rosenspur.
Küsse gab sie uns und Reben,
Einen Freund, geprüft im Tod;
Wollust ward dem Wurm gegeben,
Und der Cherub steht vor Gott!
Froh, wie seine Sonnen fliegen
Durch des Himmels prächt'gen Plan,
Laufet, Brüder, eure Bahn,
Freudig, wie ein Held zum
Seid umschlungen, Millionen.
Dieser Kuss der ganzen Welt!
Brüder! Über'm Sternenzelt
Muss ein lieber Vater wohnen.
Ihr stürzt nieder, Millionen?
Ahnest du den Schöpfer, Welt?
Such ihn über'm Sternenzelt!
Über Sternen muss er wohnen.
Ode à Alegria de Friedrich von Schiller, tradução do original, tal como se canta na Nona Sinfonia de Ludwig Van Beethoven.
(Barítono)
Oh amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais prazeroso
E mais alegre!
(Barítonos, quarteto e coro)
Alegre, formosa centelha divina,
Filha do Elíseo,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Tua magia volta a unir
O que o costume rigorosamente dividiu.
Todos os homens se irmanam
Ali onde teu doce vôo se detém.
Quem já conseguiu o maior tesouro
De ser o amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma mulher amável
Rejubile-se conosco!
Sim, mesmo se alguém conquistar apenas uma alma,
Uma única em todo o mundo.
Mas aquele que falhou nisso
Que fique chorando sozinho!
Alegria bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos deu beijos e vinho e
Um amigo leal até a morte;
Deu força para a vida aos mais humildes
E ao querubim que se ergue diante de Deus!
(Tenor solo e coro)
Alegremente, como seus sóis corram
Através do esplêndido espaço celeste
Se expressem, irmãos, em seus caminhos,
Alegremente como o herói diante da vitória.