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            A PROBLEMÁTICA DA HISTORIOGRAFIA CONTEMPORÄNEA       

           

            “O homem faz história nas condições históricas dadas por outros homens” já dizia Karl Marx, defendendo o pensamento que a história não é simplesmente um emaranhado de números e nomes, ao contrário do que pensava Augusto Comte. Esse simples fato de que as coisas não eram estáticas, mas sim contraditórias e em movimento influenciou gerações e pesquisas até os dias atuais. Parece uma brincadeira de mau gosto, não comentarmos aqui os verdadeiros autores desses princípios, mesmo que pequenos no momento, Heráclito e Parmênides.

            Esse modelo lançado por Marx, o Materialismo Dialético, que foi de encontro ao Positivismo de Comte e Durkhein, hoje parece “pequeno” e arbitrário para colocar o nome de todos na história. Em função disso, levando em consideração que todo o homem é sujeito e objeto da história e de suas ações, temos a Escola dos Analles, que prega que não só de economia e política vive o homem.

            A nova história, corrente historiográfica iniciada na França tem um campo bem amplo, e ao contrário do Positivismo que oprime, e do Materialismo que menospreza os movimentos inferiores da história. A nova história vem para colocar o nome de todos no processo, dando vez e voz a qualquer um que esteja de alguma forma engajado com o referido recorte da realidade estudado.

            Porém quão válida é essa nova instância de pesquisa?... Concordando com alguns historiadores, a exemplo de Ciro Flamarion Cardoso, acreditamos que o Materialismo Histórico ainda deve vigorar no estudo das sociedades. Até que ponto um cidadão tem convicção e coerência em sua fala para que esta seja analisável e levada em consideração em uma banca de estudos. Toda e qualquer fala alheia, sem conteúdo e sem embasamento, deve ser analisada muitas vezes mais, e deve ter peso menor que um dado metodológico ou consciente do processo cientifico. Um confrontamento entre as realidades é um método para que se possa chegar próximo de algo palpável de análise. Porém para se ter noção completa de algo pesquisado, devemos estudar muitas variáveis que influenciam a resposta das pessoas simples.

            Por isso temos que pensar, se é viável analisar informações acrílicas e não científicas. Em fim fica a questão. A história econômica, por exemplo, tem memórias do subterrâneo?



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 15h43
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O TRIBUNAL DE NUREMBERG

 

Existem muitos fatores que podemos analisar hoje, sobre os quais antigamente, não poderíamos pensar, pois a repressão era constante. Para falarmos sobre o nazismo e a conseqüente segunda guerra mundial devemos levar em consideração diversos fatores, sociais, políticos e principalmente ideológicos.

Os judeus nesse momento eram um povo sem estado, e estavam no controle do capital móvel principal do estado alemão até então. Inflavam a economia e ameaçavam a soberania da Alemanha. Existem documentos provando que os judeus tinham um prazo para deixarem o território alemão, esse prazo era de dois anos, após isso poderiam ser deportados ou terem seus bens confiscados pelo estado como aconteceu no mais tarde no suposto Holocausto.

Devemos levar em consideração que as atitudes errôneas nazistas julgadas pelo tribunal de da aliança, foram influenciadas por uma ideologia global corrente nos anos antes e durante a guerra. É importante ressaltar que foram os americanos que descobriram a idéia de raça pura, devido a recentes avanços na genética. Eles também aplicavam essa teoria, na década de 30, quando ciganos, pessoas portadoras de necessidades especiais e indigentes eram castrados nos EUA.

Diversos fatores ideológicos levaram os nazistas a fazerem tais atos, devemos, hoje, ter o compromisso com a coerência, analisar toda a contribuição econômica, cientifica, tecnológica e militar prestada pelos chefes nazistas para humanidade. De certa forma, é insensato julgar crimes de guerra, pois tanto nazistas quanto americanos, russos, franceses e ingleses mataram milhões de pessoas. Os aliados , por estarem com a vitória ao seu encalço, acharam-se capazes de julgar as mortes cometidas pelos adversários criando, assim, o tribunal de Nuremberg e enforcando os principais lideres nazistas, privando-os de repassarem o conhecimento, técnico, científico e social que retinha.

O partido nazista chegou ao poder de forma justa e constitucional, e todos sabiam das suas intenções. O desejo de expulsão dos judeus era uma vontade nacional, não era somente Hitler que desejava a expulsão era somente Hitler que desejava a expulsjusta e constitucional, e todos sabiam das suas intenndo-os de repassarem o conhecimeo dos judeus, entretanto, as medidas tomadas pelos nazistas foram bem drásticas, nesse contexto, mas se fossemos julgar suas ações, deveríamos julgar todo o povo alemão, que deu o aval para que isso acontecesse. Assim como julgamos somente George W. Bush pela irresponsabilidade ecológica que os EUA pratica.

Por fim, pensamos que, nada justifica milhões de mortes cometidas na segunda guerra, tanto do Eixo quando da Aliança, porém cremos que o julgamento de Nuremberg foi uma excentricidade cometida por aqueles que tinham a vitória e a moral ao seu lado.



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 00h39
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