PORTAS
Em seus olhos vejo a cor do fim,
Da sua boca ouço o devaneio do mais forte
Na sua tumba vejo o futuro selado.
Sou aquele que o vê
Aquele sem sentido,
Sendo exatamente o que deveria
E condenado por isso
Aquele que sofre
Aquele que sente
Não sei de tudo que deveria,
Sou o mais fraco.
Frustrado por não conseguir,
Minimizado pelo alheio,
mas que um dia será ouvido.
Um dia sim, será consultado.
Mesmo que muitas vezes caia sobre si em pranto
Temendo pelo amanha sem sua presença
Pois você, não tem expressões em sua face
E seu é o destino!