Texto cedido pelo acadêmico Marcelo Alievi, aluno do curso de Licenciatura em História da Universidade do Oeste de Santa Catarina - UNOESC.
Interessante ponto de vista, do mais famoso julgamento ocorrido até o então mundo contemporâneo
O Julgamento de Nuremberg nos remete a um dos acontecimentos mais fascinantes do século passado, o julgamento da elite governamental do estado nazista de Adolf Hitler ao término da II Grande Guerra Mundial. A vitória dos aliados sobre o nomeado “eixo do mal” nos leva a uma indagação sobre as relevantes conclusões do pós-guerra, entre vencido e vencedor, e possíveis controvérsias que no meu ver foram criadas e modificadas ao bel prazer dos países vencedores como forma de extinção do modo nazista de se governar.
O Holocausto, denominação de uma das raízes do plano econômico estrutural da Alemanha de Hitler, que consistia na eliminação do povo judeu da Alemanha, ainda possui um forte semblante de negação em uma grande parcela de estudiosos. Historiadores e chefes de estado como o presidente do Irã Marhmud Almhadineja, onde afirma que o Holocausto foi uma criação dos vencedores como forma de instituir um estado judeu na região da Palestina.
O plano econômico de estruturação da Alemanha previa a extradição do povo judeu em um prazo de dois anos, após esse tempo o estado nazista não se responsabilizaria por eventuais perseguições e prisões contra os judeus, que eram vistos como uma interferência perigosa na governabilidade do país. Esse prazo de dois anos é uma prova incontestável que os judeus foram avisados de uma possível represália caso não acatassem a ordem soberana do estado alemão, passando a responsabilidade somente a comunidade judaica sobre um possível constrangimento que poderia ocorrer por tal desobediência.
As pesquisas “in loco”, nos campos de concentração, confirmam a tese de que o número estipulado de 10 Milhões de judeus mortos, no pressuposto Holocausto, seria uma invenção dos aliados, pois se afirma que tais campos não possuíam essa capacidade de alojamento, firmando uma base em 250 Mil mortos referente à perseguição e extradição desse povo.
O Holocausto foi incontestavelmente, o argumento mais forte e duvidoso utilizado pela elite vencedora do confronto bélico, para penalizar os estadistas nazistas, cortando assim o mal pela raiz. Nesse momento se perderam grandes pensadores econômicos e bélicos como Herman Göring (chefe nazista da economia e das forças armadas, possível sucessor de Hitler) que após ser avisado da pena de morte se envenenou em sua sela em Nuremberg, provando assim que ainda era senhor do seu destino.
O mais interessante do pós-guerra e do Julgamento de Nuremberg é ver o povo judeu ser tratado como o único grande penalizado, raramente lembramos o massacre de Hiroxima e Nagazaki, onde 250 Mil civis japoneses morreram incinerados pelo poder de duas bombas atômicas americanas. Tenho convicção que o chefe de estado americano que ordenou tal massacre não estava sendo julgado em Nuremberg por crime contra a humanidade, provando assim que o julgamento era somente contra os perdedores e que somente tais tinham cometido atrocidades.
O Julgamento de Nuremberg, nada mais foi do que a cartada final ou o golpe de misericórdia do vencedor em relação ao vencido.
Por: Marcelo Alievi