"O ser é. E o não-ser náo é"
Autor: Parmenides
Afirmava ele que a luta dos contrários era apenas uma aparência mundana, que as essências são imutáveis, pois do nada não se pode extrair nada além do nada.
A tempos!
Décimo Ciruclo do ultimo inferno
Vamos comemorar a simples razão humana
Pequena coisa chamada entendimento
Nos da segurança em nossos atos
Segurança de matar por objetivos corretos
Deixar morrer por bens comuns
Comungaremos nosso mal incomum
Chegaremos a bons resultados.
Veremos que somos pequenos
E a maioria é fraca
Que na luta entre o bem e o mal
O tolo ganha...
A tolice semeia a confusão
A solidão traz abrigo
A tristeza povoa corações grandes
Infelicidade de estar do lado errado do mundo
O que fazer se tudo esta errado?
Todos
Hipócritas, desleixados, ignorantes.
Indiferentes, cegos, manipuladores
Deixaram-na morrer
Na flor da juventude desfaleceu
Deixando em agonia a esperança
Esperança bela esperança
Repugnante estado estás: ó bela esperança
Estupidez é sentir pena
Sufocamos a verdade
Culpamo-la pelas dores
Venerando idiotices
Concebendo ideologias demagógicas
Deixando tudo a beira do colapso
Hoje é o principio
Ultimo principio
Do décimo circulo
Fim do eterno jogo
A pluralidade dificulta a razão
A tolerância se torna freio moral
Daquilo que não queremos perceber
De tudo que tememos admitir
Somos fracos, e o importante está longe...
Sempre inalcançável
Pois o selo foi rompido,
A esperança descartada
Deixada á beira da loucura
Olhos fechados não vão mais proteger-te
A tolerância não irá agüentar tal fato
O circulo está findando
Entenda como quiser,
Você nunca tentou pensar
Que a verdade iria...
Tantas coisas
Todas diferentes
Não há como não ver,
Pessoas lutam contra esperança todo dia,
Finalmente está entregou-se...
Agora a pequena verdade morreu, de doenças pequenas....
Pedir mais indiferença não basta
Resta-nos espera