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Até Quando?
Gabriel Pensador
Composição: Gabriel o Pensador; Itaal Shur; Tiago Mocotó

Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greve
Você pode e você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu
Num quer dizer que você tenha que sofrer

Até quando você vai ficar usando rédea
Rindo da própria tragédia?
Até quando você vai ficar usando rédea
Pobre, rico ou classe média?
Até quando você vai levar cascudo mudo?
Muda, muda essa postura
Até quando você vai ficando mudo?
Muda que o medo é um modo de fazer censura

Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ser saco de pancada?

Você tenta ser feliz, não vê que é deprimente
Seu filho sem escola, seu velho tá sem dente
Você tenta ser contente, não vê que é revoltante
Você tá sem emprego e sua filha tá gestante
Você se faz de surdo, não vê que é absurdo
Você que é inocente foi preso em flagrante
É tudo flagrante
É tudo flagrante

A polícia matou o estudante
Falou que era bandido, chamou de traficante
A justiça prendeu o pé-rapado
Soltou o deputado e absolveu os PM's de Vigário

A polícia só existe pra manter você na lei
Lei do silêncio, lei do mais fraco:
Ou aceita ser um saco de pancada ou vai pro saco

A programação existe pra manter você na frente
Na frente da TV, que é pra te entreter

Que pra você não ver que programado é você

Acordo num tenho trabalho, procuro trabalho, quero trabalhar
O cara me pede diploma, num tenho diploma, num pude estudar
E querem que eu seja educado, que eu ande arrumado que eu saiba falar
Aquilo que o mundo me pede não é o que o mundo me dá

Consigo emprego, começo o emprego, me mato de tanto ralar
Acordo bem cedo, não tenho sossego nem tempo pra raciocinar
Não peço arrego mas na hora que chego só fico no mesmo lugar
Brinquedo que o filho me pede num tenho dinheiro pra dar

Escola, esmola
Favela, cadeia
Sem terra, enterra
Sem renda, se renda. Não, não


Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente

Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro

Um mestre das palavras! Clip muito, mas muito bom! Além da letra a arte no vídeo ficou explendidamente inteligente!



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 15h19
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    PAGANINI VIVO!   

    Paganini! O formidável violinista. Arrancava suspiros e aplausos enfurecidos das mais ecléticas, exóticas e refinadas platéias. Quando Paganini entrava em ação tudo se concentrava nele. Era o centro do espetáculo, executando peças no seu violino de maneira voraz, Pagnini gostava de ficar escondido entre a orquestra e aparecer como que do nada roubando as atenções, encarava a platéia até essa ficar afoita e quando começava a tocar os espectadores ficavam embriagados com seu talento e carisma. Era comum Paganini acabar com apenas uma ou duas cordas em seu violino e a platéia delirando estupefata.
    Os críticos musicais contemporâneos à Paganini observavam uma técnica formidável. Ele era uma figura inominável, Franz Liszt escreve no obituário de Paganini “o mundo admirado o olhava como se fosse um ser superior. O arrebatamento que provocava era tão inabitual, a mágica que realizava com fantasia dos ouvintes era tão poderosa, que eles não podiam se satisfazer com explicações naturais.”; era enquadrado em outra categoria de seres, os abençoados divinamente com dons inexplicáveis. Os ecos da figura de Paganini deixaram marcas irremediáveis na formação da cultura e da identidade individual do homem nos séculos seguintes!
    Paganini transcendia o texto musical chamando para si a atenção na execução das peças. Críticos musicais contemporâneos diziam que apesar da técnica Paganini nada tinha de magistral a não ser sua própria presença. Ele transformou a execução de obras musicais em suas exibições prodigiosas! Foi o primeiro rei do Pop! De um modo aristocrático e refinado, foi a primeira imagem cultuada com um fim em si mesma, a não ser talvez por Wilkes na política Londrina algum tempos antes. Mas Paganini foi bombasticamente superior em importância.
    A partir de Wilkes e Paganini a personalidade começa a se confundir com a vida pública. O homem é provado ou crível pelo que aparenta e não pelo que é. Uma interminável onda desprovida de conteúdo jorra na vida pública a partir desse conceito. É o mundo do entretenimento eterno e supérfluo. Da atuação pública com fim em si mesma. É o esfacelamento das interações sociais concretas e a passagem para a observação silenciosa da vida passageira. A primeva das sociedade intimistas. O inicio do eufórico mundo Pop.



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 13h31
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Depois, até às horas de dormir, que nunca passavam das nove, ele tomava a sua guitarra e ia para defronte da porta, junto com a mulher, dedilhar os fados da sua terra. Era nesses momentos que dava plena expansão às saudades da pátria, com aquelas cantigas melancólicas em que a sua alma de desterrado voava das zonas abrasadas da América para as aldeias tristes da sua infância.
E o canto daquela guitarra estrangeira era um lamento choroso e dolorido, eram vozes magoadas, mais tristes do que uma oração em alto mar, quando a tempestade agita as negras asas homicidas, e as gaivotas doidejam assanhadas, cortando a treva com os seus gemidos pressagos, tontas como se estivessem fechadas dentro de uma abóbada de chumbo


Techo extraido de “O Cortiço”de Aluísio de Azevedo.



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 18h05
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Nunca acabe sua arte
Pois assim que acabares,
Ela não te pertencerá mais.

Ou imole seu egoísmo
Atacando a pureza de suas idéias
E deixe de invocar o direito sobre o que eras teu.

A poesia é humana

Sacrifique-se por ela.
Coloque vossa mente em seu beneficio.
Entregue vosso corpo a ela.
Só assim serás eterno nos outros.

Donos teus.

Do que sentias em vida.
Que não vos pertence mais.
Donos da tua eternidade;
Do teu nome;
Da tua memória.

Cultive a arte em você
E não deixe mais que rastros,
Migalhas,
De seu pensamento.
Caso contrário.
Seu nome será como uma rameira,
Usado.

Terás na eternidade
Tua idéia travestida em mentes quaisquer
Que o usarão.
Justificarão seus atos em ti.

E tu?
Não poderás replicar
Ficarás inerte,
Impotente.
Contra os usurpadores de tua subjetividade.

Boçais vivem e morrem ignotos.
E assim permanecem.
Puros.
O catedrático, meretriz de seus pensamentos
Será esculachado,
Usado.

 



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 02h08
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            Vários termos me vêm à cabeça quando se fala em dia dos namorados, contas, sonho de valsa, solidão, amor, congresso da União Catarinense de Estudantes.

            Apesar de manjada, a idéia de que dia dos namorados é um dia comercial, não me sai da cabeça. Que o diga Papai Noel, esquecido, atirado sozinho no pólo norte com um bando de anões e renas o ano inteiro, sem luz nem internet! A sociedade é asséptica sonhando em ser afetiva. É escabrosa a forma como ela usa sentimentos e situações para promover a venda de imagens, idéias, signos e símbolos. Sinto calafrios assistindo TV no dia das mães. Pena no dia do “descobrimento” do Brasil, e, não consegui verbalizar meu sentimento no dia do Índio.

            Não me entra bem na cabeça por que se institui um dia para essas coisas. E esse papo também é manjado, mas não consigo fugir dele, porque infelizmente é pertinente. São atitudes tão óbvias de seres humanos que não precisariam de um dia para serem exaltadas! Não acham? Acaba por acontecer que no dia dos namorados todos somos enamorados e a paixão pulula no ar, nesse dia belo todos são amorosos, se presenteiam, se cortejam, porque “oras é dia dos namorados!”. E os outros 364 não? No dia da mulher, a mulher pode tudo, e nos outros? No dia da consciência negra todos se lembram em luto da escravidão, sentem-se envergonhados por essa selvageria ou orgulhosos de sua etnia ser forte, valente, e só nesse dia? O pior preconceito é no dia do Índio. E festa junina não escapa, infelizmente.

            Bom, mas voltemos aos namorados.

            “Roga a Deus que teus anos encurtou, / Que tão cedo de cá me leve a ver-te, / Quão cedo de meus olhos te levou.” Será que Camões precisaria de um dia dos namorados pra escrever tal formosura à sua amada? E Dom Quixote, quantos moinhos de vento destruiria no dia 12 de junho em nome da doce Dulcinéia? “Durando mais que o brilho exterior da beleza, com uma alma que se renova mais depressa que o sangue se destrói.” Shakespeare escreveu isso no dia dos namorados, certeza!

            A sociedade é hipócrita e mesquinha. Não se importa com o ser humano. Trata-o como uma criança que não tem as faculdades mentais desenvolvidas para saber o que é melhor para si. Por isso institui esses dias para lembrá-los de suas namoradas, mães, índios, negros e etecéteras menosprezadas.

            O homem não precisa usar uma faixa que diga “Sou contra o racismo” isso deve ser implícitos nos seus atos. É uma grosseria com as mulheres ser gentil no dia dos namorados, e só. Para terminar, tem uma música dos Garotos Podres que soca a realidade em nossas fuças. “Papai Noel velho batuta / Rejeita os miseráveis / Eu quero matá-lo! / Aquele porco capitalista / Presenteia os ricos / e cospe nos pobres.”

            Bate-se o martelo, ganho de causa ao moralismo!

            Viva o congresso da UCE no dia dos namorados!

            E não me venha usar esses argumentos como pretexto de seu esquecimento sexta-feira, acredite, não vai colar!

 



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 11h36
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ASSIMETRIA
Conceitos estéticos supérfluos
Pequenas mentes e suas estreitas visões
Exuberantes bolas de sangue, vísceras e carnes
Como já dito
A beleza é passageira e a feiúra é para sempre
Assim como são eternas as poesias
Os conceitos
Os pensamentos
O presente!
Muito mais que um aglomerado de símbolos!
Maior em feiúra e em poesia
O monstro estético sucinta o transcendente.
Sucinta e transcende
A simetria das carnes e dos cortes.



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 13h32
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O aparelho de coerção do estado (polícia) é um remendo da moldagem social. Enquanto a violência sistêmica não for combatida, as áreas de conflito dos interesses público/privado continuarão!



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 15h07
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CRUZADAS

Nem sempre palavras bastam
Mas agora hão de me servir
Para dizer o mais completamente possível
Tudo que merece ser dito
Do nada que nos cerca

E da cerca que nos encerra no nada
Cerrando nossas palavras
Dizendo impossibilidades completas
Servirão agora, mas nem sempre bastam
Minhas palavras de nada
Meus dizeres de tudo



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 14h12
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    OS VAGOS VALORES VAZIOS

    Uma interessante discussão certa feita me chamou a atenção. Alguns amigos debatiam sobre vaidade e coisas do gênero. Ouvi uma frase que me deixou bastante chocado, alguém proferira. – Eu sou metrossexual!
    Aquilo soou tão estranho e me deixou no mínimo intrigado. Existe uma liquidez nos conceitos, vocês não acham? A única definição clara da diferença dos sexos são as plaquinhas dos banheiros, as quais podem sofrer contestações a qualquer instante. – Mulheres também usam cartola; e homens, saias.
    O mundo era tão mais simples! Mas vale acrescentar outra máxima. Coisa do passado.
    Todavia meu questionamento é outro. O que define um metrossexual? Um homem, ou mulher, extremamente vaidoso, correto. Mas o quanto seria extremamente vaidoso? Qual é o parâmetro de vaidade? Pode existir uma regra? Se a pessoa depila 32% do corpo e usa mais de seis espécies de cremes é metrossexual.
    Isso, entre outras tantas coisas, me parece mais como uma frenética busca por identidade num mundo cheio de nadas. Uma idealização do superego. Situações naturais. Entretanto, essa necessidade constante de diferenciar-se na multidão me parece algo preocupante. O indivíduo se perde em ativismos, em valores vazios. Enfim, como disse antes, coisas naturais!
    E viva o Corinthians!



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 21h32
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CEGO
Móveis Coloniais de Acaju
Composição: Roberto Mejía


Quando vi, parado ali,
Um cego a se questionar porque
Não via só a luz do sol
Como a cor do céu

Direcionou o olhar a mim
Quando evitava o encontro ao seu
E com tristeza no falar
Também me perguntou:

“Será mesmo, realmente
Amarelo o sol, e azul o céu
Por que não ser lilás, vermelho
Ou quem sabe seja apenas som?”

Agoniado ao pensar
No que o cego estava a falar
Olhos azuis a escurecer
Meu Deus, o que vai ser?

Sentei, chorei e compreendi
Que não havia só um cego ali
E perturbado ao dizer,
Escute aí você:

"Quem é que não enxerga aqui
Será eu ou você que não percebe?"

 

Sempre tive um asco horrendo em não perceber. Externalizo meu sentimento simples exatamente igual aos da canção acima.



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 15h54
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Hoje nos é negado pelo estado o direito primeiro da morte.

 

Sem mais comentários.


 



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 17h42
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O SENHOR H

- Você ouviu?
- Ouvi o que?
- Alguém está gritando!
- Está?
- Sim você não está ouvindo? Alguém gritando H.
- Não, não to ouvindo ninguém gritar agá!
- Sim, H. E alto. Como você não está ouvindo?
- Mas como agá?
- Sim H, o de cHá, banHo.
- Mas H não tem som...
- Tem sim, como é que se fala chá sem H.
- OK... Então você está ouvindo um chiado? Pode ser um problema nos ouvidos.
- Não, ouço nitidamente alguém gritar H até não agüentar mais e começar de novo!
- Que coisa. Além de você não to ouvindo nada.
- Presta bem atenção! Poxa, isso parece... isso vem.... é você!!
- Vai pro inferno!
Puf
- Muahahaha... Bem vindo ao inferno caro mortal!



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 14h39
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O FIM.

Enclausurado
Alma cerrada
O extremo independente
Sem influencias
Balizamentos pequenos
Descrença

Sem confiança
As mentiras
Pequenas palavras
O fim que dá inicio
Por que o vazio?
Por que o nihilismo me apaixonava
O corpo oco
Completo de inverdades
Sentimentos, sentimentos.
Situações
Extrema perfeição
Incompreensão
O Fim que da inicio ao fim.

Passado
Passado fútil
Doce passado ingênuo
Ignorante
Ignorava verdades
Sonhos flácidos
Incompreensão
O Fim que dá inicio ao fim


A distância
A solidão
Sem influencia
Hoje
Imperfeição terrena
Vida e morte.
Morte viva
Anima falida
Confiança e paixão
Certeza e solidão
Sem sonhos
O caminho do fim
Lustroso caminho do fim
Atravessando para o outro lado
O dia destruiu a noite
E a noite dividiu o dia
Unidos pela distancia pra sempre
E sempre, e sempre e sempre.
O Fim que dá inicio ao fim...
Ao fim da ignorância
E o inicio da realidade



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 00h20
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Surgi nos ventos áridos e ácidos de Marte. Cresci na sobra da Lua. Meu corpo ignoto, forjado na ausência de gravidade é lento e terreno. Desejoso. A escuridão em meus olhos exibe o breu lamacento de minha alma. Meu pensamento, ávido, lívido, não abandona o berço de meu ser. Essência Marciana. Alto, cósmico. Subterrâneo, deleitoso.



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 19h18
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POBRE CARONTE!

Bom, acho que pobre não é bem o termo, está mais para azarado, ou triste. Pois acredite hoje ele é a figura mais bem paga de toda a história, pode contar seu negócio é o mais certo! O mais seguro – péssimo trocadilho –. Caronte pra quem não sabe é o balseiro do inferno, aquele que cobra uma moeda de ouro para levar as pessoas em sua barca até o outro lado do rio infernal – que porcaria – para seu julgamento.
Pois bem, antigamente os mortos eram enviados a ele com uma moeda na boca, uma moeda de ouro! Os pobres que se lascassem! Todavia esses problemas de economias não unificadas sem uma moeda comum de troca não existem mais, hoje temos o dólar. Além de cheques, vales e afins. Qual será o valor da passagem? Será que algum espírita consegue essa informação? Vou me informar. Seria triste ir despreparado, sem grana suficiente, já pensou: por dez centavos passar o resto da eternidade sofrendo no Aqueronte, rio do infortúnio – aquele rio infernal que ele atravessa com a barca. Daí que veio a expressão morrer na praia! A-RÁ!
Por fim, só me passa uma pergunta na cabeça. Onde será que o Caronte gasta as moedas de ouro ou os dólares que ele recebe? Será que tem lojinha de 1,99 no inferno? Ou tabacaria? Não sou nenhum Dante, mas me parece estranha a idéia de Lan Houses lá. Ou seja, ele tem o melhor negócio do mundo nas mãos e não pode usufruir dos frutos do seu trabalho! Que horrível! O cara que tem a maior fortuna de toda a história não tem onde gastar! Mundo injusto mesmo.

colaboração Fernando Neckel Jr.



- Postado por: Rodrigo L. Mingori às 17h51
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